quinta-feira, 11 de abril de 2013
ENTREVISTA - ATLETA ELIZA CARINE
Fala galera, nossa primeira entrevista está no ar, demorou, mas chegou, esta é com uma atleta de Camaçari-BA, mostrando que na Bahia também tem atletas que levam a sério o esporte e treinam pesado todos os dias para conseguir os resultados que tantam almejam. Não vamos perder tempo não, vamos logo ao que interessa.
ELIZA CARINE, 28 anos, 1,55m, 64cm de perna, 100 de quadril
Pois é esta baixinha sarada aí, conquistou no último sábado o vice-campeonato num concurso local e este mês ainda, participará de outros eventos de fisiculturismo em Salvador, vamos torcer pra ela e com certeza terá ótimos resultados.
FALHA TOTAL > como é seu treino?
ELIZA - Separo meus treinos da seguinte forma, afim de não sobrecarregar meu corpo e obter os melhores resultados durante os treinos, lógico que aliado a uma dieta regrada e a uma boa suplementação.
Segunda - Quadríceps
Terça - Glúteos e ombro
Quarta - Costas e bíceps
Quinta - Quadríceps
Sexta - Glúteos
Realizo treinamento em circuito somente próximo a campeonatos, no restante dos treinos utilizo as técnicas avançadas de musculação.
FALHA TOTAL > como é sua suplementação ou não utiliza?
ELIZA - Sim utilizo, uso proteina de alta qualidade aliada a carboidratos, no pós-treino, durante o dia, também faço uso de proteinas nos lanches, logo após acordar e antes de dormir.
FALHA TOTAL > Como é sua dieta?
ELIZA - Faço muito esforço para não sair da dieta regrada, sem muito exagero (lógico), mas me dou o luxo de poder comer as coisas que quero, mas, nunca perdendo o foco nos meus objetivos como atleta. Sempre pela manhã realizo uma refeição líquida com proteinas, gultamina e aminoácidos. Nas demais refeições uso sempre proteinas aliadas com carboidratos de qualidade. A noite vou diminuindo os carboidratos e aumentando as proteinas, logo após o treino. Na fase de competição, aí, sim, radicalizo reduzindo os carboidratos ao máximo saudável e mantenho a ingestão de proteínas de alto valor bíológico, sempre recomendado e preescrito por nutricionista.
FALHA TOTAL > Você treina com personal?
ELIZA - Sim, dou muita importância ao trabalho destes profissionais e utilizo permanentemente, e posso afirmar, dá muito resultado.
FALHA TOTAL > Você já fez uso de algum tipo de anabolizantes esteróide?
ELIZA - Não, nunca fiz ciclo ou usei nenhum tipo de anabolizante, agradeço a Deus por ter me presenteado com uma boa genética. Não faço apologia ao uso, mas também não critico. Critico sim, a ingnorância de alguns que acham que anabolizantes fazem milagres e fazem uso inadequado pondo em risco a saúde e banalizando o esporte. Porque toda vz que surge algo que deu errado, imediatamente vincula-se a imagem ao esporte e ao uso destas substâncias.
FALHA TOTAL > Sabemos que sua paixão é a musculação, mas e seu hobby?
ELIZA - adoro cinema.
FALHA TOTAL > Pretende participar de outros campeonatos?
ELIZA - Sim, quero continuar no ramo, este mês ainda pretendo participar de outro concurso em Salbador e quem sabe ganhar mais um prêmiio, rs. Ao menos experiência vou trazer na bagagem.
FALHA TOTAL > Qual foi a emoção sentida na hora do anúncio dos vencedores?
ELIZA - Foi muito emocionante, não esperava o segundo lugar devido ao alto nível das candidatas, enfim, fiquei muito feliz.
FALHA TOTAL > Hoje na sua categoria, na sua cidade, qual seria sua maior rival?
ELIZA - Difícil, penso que minha única adversária seria eu mesma, rs, somos nossos piores adversários na vida, lutamos contra nós mesmos sem percebermos.
FALHA TOTAL > Qual seria sua mensagem final?
ELIZA - Desistir é para os fracos. Os fortes respiram, descansam e sempre continuam!
Bom galera, pra quem chegou até aqui, uma surpresa pra todos, logo abaixo está o link da página da atleta pra quem quiser segui-la e ver suas dicas, fotos, enfim, acompanhar todo o processo de treinamento da atleta. Obrigado Eliza pela participação, são pessoas como você que fazem a diferença no esporte, sempre simpática e carismática com todos, não êxitou em participar em nenhum minuto e respondeu todas as perguntas com sabedoria, a nós só nos resta parabenizá-la por todo o seu trabalho e que venham outros campeonatos.
Continuem conosco
Equipe FALHATOTAL
ARTIGO - BIOTIPOS CORPORAIS FEMININOS
CARAMBA, é complicado
até falarmos de mulheres, pois diversos fatores são envolvidos na composição
corporal de mulheres, tem a questão hormonal que influência muito, tem os
hábitos que são diferenciados e o pior a falta de testosterona que é o hormônio
principal para construção de músculos, mas nós vamos tentar ajudá-las, não se
preocupem não, estamos aqui pra isso.
BIOTIPO TRIÂNGULO -
hum, esse chama a atenção de todos, quadris largos, geralmente com bunda
empinada, nossa, delícia demais, eita, me empolguei, rsrs. Bom é a principal
característica deste biotipo, tem tendência a acumular gordura nos chamados
culotes, as mulheres frutas exemplificam de uma forma abrangente este biotipo.
* As Mulheres
Sulfúricas são de estrutura mediana, com tronco e membros
proporcionais. No estudo, aparecem com inclinação à doenças cardiovasculares e
ondas de calor. Já no plano psíquico, são as mais alegres e otimistas.
* As Mulheres Carbônicas
são baixinhas, com facilidade a engordar. Esse biotipo é campeão em miomas,
artroses, fibromialgia e também tem mais predisposição a doenças do coração.
Costumam ser mais melancólicas.
* Já as Fosfóricas
tem um corpo mais Alto e são magras. Segundo a pesquisa, essas mulheres estão
mais suscetíveis a desenvolver osteoporose, hipertireoidismo e insônia.
Apresentam mais irritabilidade e mostram maior tendência a depressão.
* As mulheres Fluóricas
possuem uma constituição diferente, mais difícil de definir. Em geral tem
grande capacidade de alongamento e corpo e face assimétricos. Já em aspectos
psicológicos, elas possuem humor instável e tendem a sofrer de patologias
bucais (gengivite, periodentite, problemas de oclusão etc), problemas de
coluna, miopia, mas têm menos relacionados ao climatério.
Bom o treino para todas
não muda muito não, a não ser no último biotipo, pois neste, o trabalho tem que
ser mais intenso, então a dica está dada, bora treinar mulherada. Para os
outros um treino a sério, com técnicas apropriadas, circuitos de treinamento,
pouco aeróbico (apenas em fase pré-contest), a alimentação deve ser balanceada
(de preferência após se consultar com um nutricionista esportivo), a
suplementação deve ser a mínima e jamais caia na tentação de usar
anabolizantes, a menos que seja recomendada por médico endocrinologista após
exames etc, pois só ele tem esse conhecimento. O treino deve conter técnicas
intensas iguais as dos homens, mas não com o mesmo peso (é claro), mas usar
DROPSETS, SUPERSETS, PIRÂMIDES ETC, lembrem-se só de uma coisa, se olhem mais
no espelho sempre, pois quando perceber que suas formas estão ficando
masculinizadas, reduzam os treinos até a simetria voltar, ou então continuem se
for a sua meta.
Equipe FALHA TOTAL
ARTIGO - BIOTIPOS CORPORAIS MASCULINOS
Afinal de contas, qual o seu biotipo corporal? Qual deve ser o seu treino levando-se em conta o seu biotipo? Como identificarm qual deve ser sua alimentação? Deve fazer aeróbicos ou não? Estas e outras questões, tentaremos responder a partir de agora.
Biotipo pode ser definido como o FORMATO DE NOSSO CORPO, o tipo físico que é influenciado pela genética, modificado pelo treino, alimentação e hábitos e transformado quase que por completo, com o uso de hormônios esteróides ou radicalizados em transformações transexual.
Desde já deixamos claro que não existe ou melhor dizendo é raramente encontrado os biotipos puros, ainda mais no Brasil, onde fomos misturados com todas as raças, ou seja, se você é endomorfo pode ter partes ou características corporais dos outros biotipos e até se transformar por completo com uma alimentação inadequada e virar um obeso ou um raquitico.
Em 1940, Dr. William H. Sheldon, um psicólogo americano, realizou um estudo de mais de 4000 fotografias e entrevistas e desenvolveu uma classificação para os tipos de corpos humanos, chamada SOMATOTIPOS, esta classificação difere cada biotipo pela estrutura músculo-esquelética e pela facilidade ou não de acumular gordura, tendo assim, identificado 3 principais tipos básicos:
ECTOMORFO - é o tipo ALTA E MAGRO, estilo Anderson Silva ou aquele seu brother da sala ou da academia que se mata, come feito um animal, mas não ganha massa muscular ou corpo legal como os outros. Possuem uma estrutura óssea leve, com articulações pequenas, pernas e braços longos, ombros caídos e pouco músculo. Tem metabolismo elevado e tem dificuldade para ganhar peso e volume muscular, outro exemplo as modelos de passarela ou os nadadores olímpicos. Normalmente são pessoas sensíveis, podem sentir mais frio do que o normal devido ao baixo percentual de gordura, quando treinam atingem ótima definição muscular mas com pouca massa, demoram pra cansar, um exemplo clássico seria BRAD PITT pros homens em TRÓIA e GISELE BUNDCHEN para as mulheres antes da gravidez, pois nunca mais vimos ela, nem sabemos como ela está, mas deve está bem novamente.
MESOMORFO - é o tipo FORTE E ENCORPADO, aquele que todo mundo admira quando chega na academia, que tem um bração com mais de 40cm, pernas grossas, são mais pré-dispostos a ganhar massa muscular, geralmente têm visual mais atlético, boa postura e são simétricos (ou seja, tudo equilibrado, bíceps com antebraço com trícpes, peitos e costas etc). Possuem uma estrutura óssea larga e articulações médias, também possuem um baixo nível de gordura corporal, como exemplo tempos os fisiculturistas em geral, algumas dançarinas de funk, de pagode etc. Melhor biotipo para marombeiros. Um exemplo clássico é ARNOLD SCHWARZENEGGER, precisa dizer mais alguma coisa? Não.
ENDOMORFO - é o gordinho, aquele seu brother gente fina, que vive tirando sarro de tudo, curtindo com a cara de todos, sempre de bem com a vida, pelo menos todos os nossos amigos gordos são assim não sei o de vocês. Possuem tendência maior ao acúmulo de gordura, por terem metabolismo mais lento, as formas são arredondadas, abdômen saliente e braço e pernas proporcionalmente curtos, tem uma estrutura óssea mais larga e articulações médias ou grandes e o pior, baixa definição muscular oou quase nenhuma, enfim, seu amigo gordo.
Exemplo clássico JÔ SOARES.
Uma forma para saber qual o seu biotipo é pontuar suas características, como, simples SEU BURRO:
ECTOMORFO - 2 PONTOS
- tenho estrutura óssea leve (1 ponto)
- articulações pequenas (1 ponto)
MESOMORFO - 2 PONTOS
- boa postura (1 ponto)
- facilidade para ganhar músculos (1 ponto)
ENDOMORFO - 1 PONTO
- metabolismo lento (1 ponto)
Porra fudeu, tá tudo próximo não é, simples, bora ajeitar esta bagaça, como? Simples, mede seu punho com a outra mão, ou seja, com o dedo indicador e polegar, tente fechar o seu punho (vê se não viaja mané, usa a mão direita pra fechar a mão esquerda, não vai quebrar o punho não), daí se os dedos se sobrepor um ao outro (só pode), sua estrutura óssea é fina, se os dedos apenas se unirem (uma ponta encostar na outra sem forçar) sua estrutura é média, agora se nem conseguir juntar um dedo ao outro, mesmo forçando, aí lascou, tú é gordo mesmo, vê se treina certo, pois você é um ENDOMORFO e vai ter que ralar mais que os outros pra ter resultados.
TREINOS PARA CADA BIOTIPO
ECTOMORFO - passe longe da esteira ou bicicleta, mesmo que goste, mas esqueça isso por uns tempos, treine com pesos progressivos (aumentando a carga a cada série), aumentando a carga a cada semana, nunca deixe a mesma carga e sempre aumente quando possível, faça sempre a fase concêntrica RÁPIDA e a excêntrica LENTA, ou seja, por exemplo no supino, quando for levantar a barra faça com explosão (assim trabalha as fibras vermelhas e ganha força), quando baixar o peso em direção ao peito, faça lento o mais controlado possível (assim trabalha as fibras brancas) e o resultado é você ganhar mais volume e força, não faça muitos exercícios durante os treinos, faça sempre no máximo 4 séries para grupamentos musculares grandes e no máximo 3 pros pequenos, ou seja, se você é burro e não entendeu, quando for treinar peito, você faz SUPINO INCLINADO, CRUCIFIXO, CROSS OVER e NO MÁXIMO OUTRO SUPINO (pode ser o reto pra dizer que vc pega peso), daí quando for fazer bíceps, você faz ROSCA DIRETA, SCOTT e MARTELO e pronto, vai pra casa, mas antes toma um shake de proteinas, vê se gasta um pouco da mesada pra comprar coisa boa ao invés de tentar usar o que seu amigo frango usa.
MESOMORFO - aí é tudo mais fácil, abuse de DROPSETS, SUPERSETS, PIRÂMIDES etc, ou seja, tudo que dobre seu trabalho, pois vai crescer mais rápido, em fase de definição use esteira não mais que 10 minutos, tá bom demais, todos os dias, use CIRCUITOS DE TREINAMENTO com pesos, separe os grupos musculares e faça uma série completa em circuito, no outro dia você faz a parte posterior, suplemente com suplementos básicos, não gaste dinheiro a toa pois seu corpo já é bem dotado, use Whey não pode faltar e BCAA com Glutamina e só, o resto a alimentação e sua genética fazem por você.
ENDOMORFO - ai muda tudo, faça tudo diferente dos outros biotipos, esteira todas os dias 20 minutos, não se mate também não, treine com pesos SIM, agora carga moderada velocidade constante na concêntrica e na excêntrica, pros burros, na subida e na descida, suplementação por enquanto só café ou derivados de cafeína, não entre na onda dos TERMOGÊNICOS não, esquece esta merda, oXYELITE minha caceta, é veneno, não use, mude sua alimentação diárias, ingira menos carboidratos e quando ingerir use os bons carbos de baixo IG (procura no google o que é, pois agora não vou explicar não), use mais proteina do que carboidratos, assim vc cria um défict no corpo e o corpo vai usar sua gordura como energia, resultado você emagrece. Passe longe de fast foods de besteiras e guloseimas, pelo menos na fase de perda de gordura, pois depois que seu metabolismo acelerar, você vai poder voltar a comer (MODERADAMENTE) seu animal. Entendeu? Ah sim, se puder fazer duas fases de aeróbico melhor, por exemplo, de manhã em jejun ande ou corra APENAS NO MÁXIMO 30 minutos e a noite na academia e na esteira faça mais 20 minutos, MAS, não faça 50 minutos simultâneos não, pois só vai sobrecarregar seu corpo e a queima para depois de 20 minutos ou seja, vê se lê um pouco e aprende.
ALIMENTAÇÃO
ECTOMORFO - raízes tem que ser parte de sua dieta diária, claras de ovos, fibras, coma de 3 em 3 horas não perca nenhuma refeição, coma uma quantidade boa, pra ter energia durante o treino, macarrão integral, tudo integral pra evitar barriga e sobrepeso, suplementação use nos lanches (manhã e tarde), antes de tomar café da manhã suplemente com proteina, depois do treino o mega shake completo, enfim, você pode abusar um pouco mais que os outros.
MESOMORFO - idem acima, menos no exagero, a menos que esteja em fase off season, aí pode comer desregrado mais uma comida boa.
ENDOMORFO - baixo carboidrato, mais proteina no dia a dia, coma mais vezes de 3 em 3 horas, poucas quantidades, esqueça pão, raízes enfim, tudo que tiver carboidratos pelo menos na fase de perda de gordura, prefira as proteinas animais, yougurte desnatado ou light, queijos brancos, sardinha, atum, salmão, suplemente apenas com café ou derivados de cafeína, pimenta é um ótimo termogênico natural, este pode usar a vontade, mas cuidado pois entra ardido e sai ardido, rs, ainda mais se tiver hemorróidas, rsrs! Enfim, não exagere pra não virar um porco gordo.
Bom por hoje é só, cansamos de digitar, agora vamos fazer o que todo mundo faz, olhar o Facebook, rsrs, navegar por páginas e mais páginas buscando conteúdo para vocês. Abraços.
Continuem conosco
Equipe FALHA TOTAL
quarta-feira, 10 de abril de 2013
DICA - CAFEINA E CARBOIDRATOS
Uma nova pesquisa da Universidade
Federal de Alagoas (UFAL) revela que combinar cafeína e carboidratos favorece
atletas de diversas modalidades esportivas.
Os pesquisadores analisaram 15 jogadores de futebol, atividade escolhida por ser considerada completa, já que além de alta intensidade e curta duração, intercala períodos de menor intensidade com recuperação ativa ou passiva. Durante a pré-temporada da própria universidade, os jogadores passam diariamente por duas sessões de treinos, realizados de manhã e tarde, com um período de descanso de três a seis horas.
O treino intenso de futebol gera um desgaste físico significativo nos atletas, e logo, o rendimento diminui. Além disso, os maus hábitos alimentares tornam o cotidiano dos jogadores de futebol um verdadeiro desafio para os preparadores físicos e nutricionistas. No entanto, uma das estratégias nutricionais indicadas pelos pesquisadores é o consumo combinado de carboidratos e cafeína para promover uma recuperação mais rápida dos jogadores.
A conclusão tem como base análise de diversos exercícios realizados pelos atletas, como salto vertical contramovimento para avaliar a capacidade de produção de força explosiva dos membros inferiores; sprints repetidos para identificar a capacidade dos jogadores se recuperarem rapidamente; além de testes de agilidade, desempenho e precisão na execução de passes curtos abaixo de cinco metros.
Após os exercícios de alta intensidade, todos foram submetidos à suplementação combinada de carboidratos e cafeína, e os próprios atletas afirmaram sentir mais disposição e motivação. A pesquisa prevê algo novo e ainda não está totalmente concluída, porém os resultados finais saem em agosto desse ano. Enquanto isso, aceita um cafezinho?
Os pesquisadores analisaram 15 jogadores de futebol, atividade escolhida por ser considerada completa, já que além de alta intensidade e curta duração, intercala períodos de menor intensidade com recuperação ativa ou passiva. Durante a pré-temporada da própria universidade, os jogadores passam diariamente por duas sessões de treinos, realizados de manhã e tarde, com um período de descanso de três a seis horas.
O treino intenso de futebol gera um desgaste físico significativo nos atletas, e logo, o rendimento diminui. Além disso, os maus hábitos alimentares tornam o cotidiano dos jogadores de futebol um verdadeiro desafio para os preparadores físicos e nutricionistas. No entanto, uma das estratégias nutricionais indicadas pelos pesquisadores é o consumo combinado de carboidratos e cafeína para promover uma recuperação mais rápida dos jogadores.
A conclusão tem como base análise de diversos exercícios realizados pelos atletas, como salto vertical contramovimento para avaliar a capacidade de produção de força explosiva dos membros inferiores; sprints repetidos para identificar a capacidade dos jogadores se recuperarem rapidamente; além de testes de agilidade, desempenho e precisão na execução de passes curtos abaixo de cinco metros.
Após os exercícios de alta intensidade, todos foram submetidos à suplementação combinada de carboidratos e cafeína, e os próprios atletas afirmaram sentir mais disposição e motivação. A pesquisa prevê algo novo e ainda não está totalmente concluída, porém os resultados finais saem em agosto desse ano. Enquanto isso, aceita um cafezinho?
Equipe FALHA TOTAL
DICAS - INCLINAÇÃO DO SUPINO
Posição do banco determina nível de instabilidade da
articulação do ombro e requer maior ação do músculo do deltoide em relação ao
do peitoral.
Popular nas academias, o exercício supino se destina ao recrutamento primário dos músculos peitoral maior e tríceps braquial e conquista adeptos diariamente. A forma como é praticado pode acelerar o desenvolvimento muscular, pois segundo o professor Paulo Marchetti, especialista em treinamento desportivo e fisiologia do exercício e orientador dos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), os músculos recrutados são sempre os mesmos, mas a ênfase muda, sendo que no supino inclinado, por exemplo, sempre se vai trabalhar os músculos peitoral e deltoide anterior e “desta forma, a ativação muscular total ou de regiões do músculo são definidas pelas características mecânicas dos exercícios, sendo um dos elementos-chave para o desenvolvimento de força e a hipertrofia muscular.”
Assim como num cabo de guerra, no qual ora uma pessoa puxa mais do que a outra, durante a execução do supino, quem “puxa mais” é o músculo com ênfase a ser trabalhado: “o pessoal varia o exercício por causa dessa ênfase e das variações mecânicas que afetam qual músculo participa mais ou menos da atividade”, conta o professor da Unimep.
Tem que ter pegada
A forma de pegada da barra de supino também é determinante para a ativação de um músculo. Marchetti conta que quando se coloca as mãos próximas uma da outra, por exemplo, a ação do tríceps, que é trabalhado no supino, é maior, porque o ângulo articular do cotovelo também aumenta. Kléber Neves, profissional de educação física da Reebok Academia, da capital paulista, complementa que “uma pegada mais aberta aumenta a alavanca para o peitoral, aumentando, assim seu nível de solicitação e diminuindo a ação do tríceps. Já uma pegada média faz com que este trabalho seja dividido de forma equilibrada para ambos os músculos”.
A empunhadura adequada é aquela que envolve a barra na direção contrária dos demais dedos, evitando com que a barra role na mão. O punho, segundo o profissional da Reebok Academia, deve estar firme e nunca em extensão e o peso deve ser sustentado pelos músculos do antebraço. A posição dos membros inferiores pode não ter interferência no resultado do supino inclinado, mas quando bem posicionados promovem, segundo Neves, uma melhor acomodação da coluna, o que traz segurança e estabilidade para a prática da atividade e o aumento do desempenho.
Guiado ou não guiado?
A prática do exercício supino pode ser feita em máquina (guiado) ou livre (não-guiado). Marchetti explica que as duas formas são complementares e não concorrentes: “a ação da musculatura é sempre igual, mas no exercício livre, precisa estabilizar a articulação, então se usa também a musculatura estabilizadora. Para a hipertrofia, o exercício tanto faz, porque a carga é que importa”.
Muitos praticantes dizem preferir o exercício não-guiado e acham que ele é melhor, mas na verdade, a percepção do esforço acaba sendo aumentada com essa prática: “se faço um exercício movendo um músculo e tenho outro em isometria, que não quero treinar, minha sensação de que aquele exercício me desgastou mais é maior, mas não significa, efetivamente, que o músculo que eu queria treinar foi mais usado”, diz Marchetti.
Quem pode mais
Marchetti conta que mesmo pessoas com problemas articulares podem praticar o supino inclinado, desde que o profissional de educação física que o estiver assistindo tome o cuidado de analisar a lesão daquela pessoa para definir se o exercício é bom para ela e como deve ser praticado. O professor da Unimep ainda atenta para quatro questões essenciais para a boa prática do exercício:
- Fortalecimento do manguito rotador: é preciso se conscientizar da necessidade de fortalecimento deste músculo sempre que houver movimentos de rotação de ombro, de preferência com sobrecarga. “A probabilidade de ter lesão, seja aguda ou crônica, cai muito e é essencial para outros exercícios que trabalham o ombro também”, explica.
- Alinhamento da barra: Marchetti conta que a barra deve estar alinhada com os ombros e não com os mamilos durante a execução do exercício. “Mecanicamente, o ponto ideal para fazer o supino é com o cotovelo alinhado com o ombro, porque aí não tem rotação na articulação do ombro e não tira a ação e sobrecarga do músculo peitoral.”
- Velocidade de execução: deve ser sempre controlada. “Não posso fazer muito rápido, porque senão é pouco peso. Tem que controlar o movimento em todas as fases.”
- Excesso de sobrecarga: o instrutor deve estar presente no exercício para dar segurança, mas não pode auxiliar na prática da atividade. “Tem que ser feito sozinho. Não adianta colocar 100kg na barra e o treinador puxar 40kg na rosca direta.”
Para ter uma exigência muscular do peitoral e do tríceps braquial, Neves sugere trabalhar com o banco inclinado a 30° e mãos a uma distância que promova um ângulo de 90° na articulação do cotovelo quando a barra estiver próxima ao peitoral. Assim, a atividade fica segura e equilibrada também. A pegada adequada do punho e da mão em relação à barra, com carga adequada ao indivíduo e execução bem-feita é capaz de prevenir lesões sérias e ainda fazer com que músculos, tendões, articulações e ossos sejam fortalecidos.
Por Jornalismo Portal EF
Popular nas academias, o exercício supino se destina ao recrutamento primário dos músculos peitoral maior e tríceps braquial e conquista adeptos diariamente. A forma como é praticado pode acelerar o desenvolvimento muscular, pois segundo o professor Paulo Marchetti, especialista em treinamento desportivo e fisiologia do exercício e orientador dos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), os músculos recrutados são sempre os mesmos, mas a ênfase muda, sendo que no supino inclinado, por exemplo, sempre se vai trabalhar os músculos peitoral e deltoide anterior e “desta forma, a ativação muscular total ou de regiões do músculo são definidas pelas características mecânicas dos exercícios, sendo um dos elementos-chave para o desenvolvimento de força e a hipertrofia muscular.”
Assim como num cabo de guerra, no qual ora uma pessoa puxa mais do que a outra, durante a execução do supino, quem “puxa mais” é o músculo com ênfase a ser trabalhado: “o pessoal varia o exercício por causa dessa ênfase e das variações mecânicas que afetam qual músculo participa mais ou menos da atividade”, conta o professor da Unimep.
Tem que ter pegada
A forma de pegada da barra de supino também é determinante para a ativação de um músculo. Marchetti conta que quando se coloca as mãos próximas uma da outra, por exemplo, a ação do tríceps, que é trabalhado no supino, é maior, porque o ângulo articular do cotovelo também aumenta. Kléber Neves, profissional de educação física da Reebok Academia, da capital paulista, complementa que “uma pegada mais aberta aumenta a alavanca para o peitoral, aumentando, assim seu nível de solicitação e diminuindo a ação do tríceps. Já uma pegada média faz com que este trabalho seja dividido de forma equilibrada para ambos os músculos”.
A empunhadura adequada é aquela que envolve a barra na direção contrária dos demais dedos, evitando com que a barra role na mão. O punho, segundo o profissional da Reebok Academia, deve estar firme e nunca em extensão e o peso deve ser sustentado pelos músculos do antebraço. A posição dos membros inferiores pode não ter interferência no resultado do supino inclinado, mas quando bem posicionados promovem, segundo Neves, uma melhor acomodação da coluna, o que traz segurança e estabilidade para a prática da atividade e o aumento do desempenho.
Guiado ou não guiado?
A prática do exercício supino pode ser feita em máquina (guiado) ou livre (não-guiado). Marchetti explica que as duas formas são complementares e não concorrentes: “a ação da musculatura é sempre igual, mas no exercício livre, precisa estabilizar a articulação, então se usa também a musculatura estabilizadora. Para a hipertrofia, o exercício tanto faz, porque a carga é que importa”.
Muitos praticantes dizem preferir o exercício não-guiado e acham que ele é melhor, mas na verdade, a percepção do esforço acaba sendo aumentada com essa prática: “se faço um exercício movendo um músculo e tenho outro em isometria, que não quero treinar, minha sensação de que aquele exercício me desgastou mais é maior, mas não significa, efetivamente, que o músculo que eu queria treinar foi mais usado”, diz Marchetti.
Quem pode mais
Marchetti conta que mesmo pessoas com problemas articulares podem praticar o supino inclinado, desde que o profissional de educação física que o estiver assistindo tome o cuidado de analisar a lesão daquela pessoa para definir se o exercício é bom para ela e como deve ser praticado. O professor da Unimep ainda atenta para quatro questões essenciais para a boa prática do exercício:
- Fortalecimento do manguito rotador: é preciso se conscientizar da necessidade de fortalecimento deste músculo sempre que houver movimentos de rotação de ombro, de preferência com sobrecarga. “A probabilidade de ter lesão, seja aguda ou crônica, cai muito e é essencial para outros exercícios que trabalham o ombro também”, explica.
- Alinhamento da barra: Marchetti conta que a barra deve estar alinhada com os ombros e não com os mamilos durante a execução do exercício. “Mecanicamente, o ponto ideal para fazer o supino é com o cotovelo alinhado com o ombro, porque aí não tem rotação na articulação do ombro e não tira a ação e sobrecarga do músculo peitoral.”
- Velocidade de execução: deve ser sempre controlada. “Não posso fazer muito rápido, porque senão é pouco peso. Tem que controlar o movimento em todas as fases.”
- Excesso de sobrecarga: o instrutor deve estar presente no exercício para dar segurança, mas não pode auxiliar na prática da atividade. “Tem que ser feito sozinho. Não adianta colocar 100kg na barra e o treinador puxar 40kg na rosca direta.”
Para ter uma exigência muscular do peitoral e do tríceps braquial, Neves sugere trabalhar com o banco inclinado a 30° e mãos a uma distância que promova um ângulo de 90° na articulação do cotovelo quando a barra estiver próxima ao peitoral. Assim, a atividade fica segura e equilibrada também. A pegada adequada do punho e da mão em relação à barra, com carga adequada ao indivíduo e execução bem-feita é capaz de prevenir lesões sérias e ainda fazer com que músculos, tendões, articulações e ossos sejam fortalecidos.
Por Jornalismo Portal EF
DICAS - O QUE USAR PARA INDICAÇÃO DE RISCO A SAÚDE
Len Kravitz formou em Educação
Física pela Universidade de San Jose, EUA, e obteve o grau de Doutor em
Promoção da Saúde e Ciência do Exercício pela University of New México.Vem se
dedicando a área de atividade física e escreve artigos, verdadeiras revisões,
sobre vários aspectos da prática de exercícios.
Conheça um tempo escrito por ele e me diga se gostou. Em tempos academia, musculação, corridas de rua, saúde e bem estar, riscos de excessos de exercícios, de inatividade, de peso, de alimentos parece oportuno falar sobre algumas técnicas ou medidas com fita métrica. Que tal elas? São suficientemente boas,são ruins? Tem estudos? Afinal por que medir...
Conheça um tempo escrito por ele e me diga se gostou. Em tempos academia, musculação, corridas de rua, saúde e bem estar, riscos de excessos de exercícios, de inatividade, de peso, de alimentos parece oportuno falar sobre algumas técnicas ou medidas com fita métrica. Que tal elas? São suficientemente boas,são ruins? Tem estudos? Afinal por que medir...
Introdução
A crescente epidemia mundial de obesidade, inclusive no Brasil, representa um risco maior para doença coronária, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes tipo 2, apnéia do sono e certos tipos de câncer, conforme alguns estudos.
No entanto, maiores riscos associados à obesidade causam maior preocupação, dependendo do padrão de distribuição de gordura no corpo (por exemplo, no tronco e abdômen versus quadris, coxas e nádegas). Gordura do torso e abdômen, referida como gordura visceral central ou intra-abdominal, está relacionada com anormalidades de saúde, incluindo resistência à insulina e dislipidemia, o risco crescente de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, respectivamente.
Nos dias de hoje ouvimos muito a respeito de cálculo de IMC (Índice de Massa Corpórea), circunferência da cintura e relação cintura-quadril para classificar obesidade e os riscos de acúmulo de gordura abdominal. Técnicas de fácil execução, as medidas são confiáveis?
A crescente epidemia mundial de obesidade, inclusive no Brasil, representa um risco maior para doença coronária, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes tipo 2, apnéia do sono e certos tipos de câncer, conforme alguns estudos.
No entanto, maiores riscos associados à obesidade causam maior preocupação, dependendo do padrão de distribuição de gordura no corpo (por exemplo, no tronco e abdômen versus quadris, coxas e nádegas). Gordura do torso e abdômen, referida como gordura visceral central ou intra-abdominal, está relacionada com anormalidades de saúde, incluindo resistência à insulina e dislipidemia, o risco crescente de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, respectivamente.
Nos dias de hoje ouvimos muito a respeito de cálculo de IMC (Índice de Massa Corpórea), circunferência da cintura e relação cintura-quadril para classificar obesidade e os riscos de acúmulo de gordura abdominal. Técnicas de fácil execução, as medidas são confiáveis?
Para os educadores físicos ou
profissionais de exercício, a questão importante é: além da técnica de
composição corporal (dobras cutâneas, impedância bioelétrica, pesagem
hidrostática) que eles usam para monitorar a gordura corporal e as alterações
do músculo, qual avaliação antropométrica é a mais adequada para usarcom os
alunos para detectar risco cardiovascular e metabólico? Você tem um educador
físico, um academia ou um ” personal trainer”?
Foco Especial:
Resistência à Insulina
Glicose é açúcar, fonte de energia para as células. As células necessitam de glicose para viver e sobreviver. A insulina é um hormônio responsável pela captura de glicose. Coloca o açúcar dentro da célula.
A) Em indivíduos normais, com o metabolismo da glicose eficaz, a insulina atua sobre os receptores no músculo, gordura e do fígado, como um "ajuste chave - fechadura", liberando a passagem para a glicose entrar e ser usada pela célula.
B) Em indivíduos com problemas com insulina pode ocorrer a resistência à insulina, uma condição clínica na qual o organismo produz insulina, mas as células do músculo, gordura e fígado não interagem com ela e a glicose não pode entrar na célula.O pâncreas tenta, sem sucesso, resolver o problema, produzindo mais insulina.Excesso de glicose se acumula na corrente sangüínea, uma condição pré-diabetes. Assim, a maioria das pessoas com resistência à insulina tem altos níveis de insulina e glicose circulante no sangue.
Por que a gordura abdominal representa tanto risco para a saúde?
No corpo humano, a gordura pode ser dividida em dois espaços principais: visceral (tronco) e subcutânea (sob a pele).Assim, a gordura é armazenada em pequenas quantidades no coração, pâncreas, fígado e no músculo, conhecido como gordura intramuscular (que é usada como combustível durante o exercício).
Gordura corporal visceral ajuda a manter os de níveis ácidos graxos livres ou gorduras no sangue, genericamente falando, e facilita na regulação de insulina no sangue.Gordura visceral pode ser infiltrada por células imuno específicas (conhecidas como macrófagos), que irão acionar a resistência à insulina, um precursor para a pré-diabetes e diabetes.
Células de gordura, uma vez considerados meramente depósitos exclusivos de energia, estão agora sendo reconhecidos como órgãos endócrinos (secreção hormonal) muito ocupados.
Glicose é açúcar, fonte de energia para as células. As células necessitam de glicose para viver e sobreviver. A insulina é um hormônio responsável pela captura de glicose. Coloca o açúcar dentro da célula.
A) Em indivíduos normais, com o metabolismo da glicose eficaz, a insulina atua sobre os receptores no músculo, gordura e do fígado, como um "ajuste chave - fechadura", liberando a passagem para a glicose entrar e ser usada pela célula.
B) Em indivíduos com problemas com insulina pode ocorrer a resistência à insulina, uma condição clínica na qual o organismo produz insulina, mas as células do músculo, gordura e fígado não interagem com ela e a glicose não pode entrar na célula.O pâncreas tenta, sem sucesso, resolver o problema, produzindo mais insulina.Excesso de glicose se acumula na corrente sangüínea, uma condição pré-diabetes. Assim, a maioria das pessoas com resistência à insulina tem altos níveis de insulina e glicose circulante no sangue.
Por que a gordura abdominal representa tanto risco para a saúde?
No corpo humano, a gordura pode ser dividida em dois espaços principais: visceral (tronco) e subcutânea (sob a pele).Assim, a gordura é armazenada em pequenas quantidades no coração, pâncreas, fígado e no músculo, conhecido como gordura intramuscular (que é usada como combustível durante o exercício).
Gordura corporal visceral ajuda a manter os de níveis ácidos graxos livres ou gorduras no sangue, genericamente falando, e facilita na regulação de insulina no sangue.Gordura visceral pode ser infiltrada por células imuno específicas (conhecidas como macrófagos), que irão acionar a resistência à insulina, um precursor para a pré-diabetes e diabetes.
Células de gordura, uma vez considerados meramente depósitos exclusivos de energia, estão agora sendo reconhecidos como órgãos endócrinos (secreção hormonal) muito ocupados.
Elas secretam uma série de
proteínas especializadas conhecidas como citocinas, que regulam as respostas a
infecções, reações imunes, inflamação e trauma.No que diz respeito à regulação
da inflamação (ie, a resposta do corpo a lesão ou irritação), as células
adiposas secretam substâncias (citocinas) pró-inflamatórias (que causam
inflamação) e antiinflamatórias (inibição da inflamação) (Dinarello, 2000).
Algumas das citocinas promovendo inflamação são de necrose tumoral, interleucina-6 e.Essas citocinas pró-inflamatórias podem danificar as paredes arteriais, quando a proteína C-reativa estiver cronicamente elevada no sistema circulatório, como de pressão arterial elevada e se tornar o ponto de partida para a formação e crescimento da placa aterosclerótica.Proteína C reativa elevada está positivamente correlacionada à doença cardiovascular. Medida de proteína C-reativa é relativamente fácil para testar em um exame de sangue.
Alguns pesquisadores entendem que
“personal trainers” devem encorajar os clientes a ter sua proteína C-reativa
avaliada junto com controle de colesterol. Células de gordura também produzem e
secretam adiponectina, uma proteína especializada que melhora a sensibilidade à
insulina (habilidade das células de usar a glicose) e protege contra a
aterosclerose.Infelizmente, com acúmulo de gordura visceral de obesidade, os
níveis de adiponectina estão reduzidos, levando a um maior risco para a saúde
cardiometabólica (por exemplo, doenças cardíacas e diabetes).
É importante ressaltar que níveis elevados de cortisol no sangue intensificam a deposição de gordura central. O cortisol é um hormônio do estresse e, assim o estresse crônico pode aumentar diretamente o acúmulo de gordura visceral.
Esta é uma boa razão para aulas de mente/corpo, que ajudam a neutralizar o estresse e assim podem neutralizar diretamente o acúmulo de gordura central.
Medição antropométrica:
IMC, circunferência da cintura e relação cintura-quadril
O IMC é calculado como peso em kg dividido pelo quadrado da altura (em metros).Outro cálculo do IMC é simples peso corporal em quilos multiplicado por 703 e depois dividido pela altura em centímetros.Há muitas calculadoras de IMC na web. A Organização Mundial de Saúde estabeleceu diretrizes para IMC normal (18,5-24,9 kg/m2), sobrepeso (25-29,9 kg/m2) e obesidade (> 30 kg/m2) em adultos.
Uma das desvantagens do uso de IMC em populações de academia de musculação é que uma pessoa com massa muscular maior terá IMC maior, produzindo uma avaliação imprecisa de sobrepeso ou obesidade.Ness-Abramof e Apovian (2008) também indicam que as populações idosas tendem a ter uma perda de massa muscular, possivelmente levando a uma sub estimativa do IMC.
Srikanthan, Seeman, e Karlamangla (2009) acrescentam que os resultados de envelhecimento em diminuições da postura em pé, que pode aumentar de forma imprecisa o IMC em 1,5 kg/m2 em homens e 2,5 kg/m2 em mulheres, apesar de o mínimo de alterações no peso corporal.
Finalmente, o IMC é um indicador fraco de problemas de saúde relacionados com peso entre alguns grupos raciais e étnicos, tais como mulheres Afro-americanas e hispano-americanas (National Institute of Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, 2008).
O IMC é calculado como peso em kg dividido pelo quadrado da altura (em metros).Outro cálculo do IMC é simples peso corporal em quilos multiplicado por 703 e depois dividido pela altura em centímetros.Há muitas calculadoras de IMC na web. A Organização Mundial de Saúde estabeleceu diretrizes para IMC normal (18,5-24,9 kg/m2), sobrepeso (25-29,9 kg/m2) e obesidade (> 30 kg/m2) em adultos.
Uma das desvantagens do uso de IMC em populações de academia de musculação é que uma pessoa com massa muscular maior terá IMC maior, produzindo uma avaliação imprecisa de sobrepeso ou obesidade.Ness-Abramof e Apovian (2008) também indicam que as populações idosas tendem a ter uma perda de massa muscular, possivelmente levando a uma sub estimativa do IMC.
Srikanthan, Seeman, e Karlamangla (2009) acrescentam que os resultados de envelhecimento em diminuições da postura em pé, que pode aumentar de forma imprecisa o IMC em 1,5 kg/m2 em homens e 2,5 kg/m2 em mulheres, apesar de o mínimo de alterações no peso corporal.
Finalmente, o IMC é um indicador fraco de problemas de saúde relacionados com peso entre alguns grupos raciais e étnicos, tais como mulheres Afro-americanas e hispano-americanas (National Institute of Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, 2008).
Circunferência da
Cintura
A medição precisa de gordura visceral requer o uso de ressonância magnética ou tomografia, que são técnicas científicas que visualmente retratam as composições dos tecidos internos. Circunferência da cintura é uma técnica substituta para essas avaliações científicas.
A circunferência da cintura > 35 polegadas (88 cm) em mulheres e> 40 polegadas (102 cm) em homens está associada com maior risco cardiometabólico (Ness-Abramof e Apovian, 2008).Welborn e Dhaliwal (2007) indicam que a circunferência da cintura é superior ao IMC na predição de risco de doença cardiovascular.
Uma questão prática é como a circunferência da cintura deve ser medida?Os pontosincluem: 1) o umbigo, 2) o ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, e 3) acima da crista ilíaca.
De forma vantajosa, estudos mostraram que todos esses marcos da circunferência da cintura são igualmente eficazes na identificação de todas as causas de mortalidade, doenças cardiovasculares e risco de diabetes.
Assim, os profissionais de exercício ou educadores físicos são encorajados a usar o marco anatômico que funciona melhor com seus clientes. Certifique-se que a medida é tomada no final da expiração, quando o diafragma está na posição neutra, durante uma inspiração o diafragma desce para a cavidade abdominal, aumentando a medida da circunferência da cintura.
Educadores físicos são aconselhados a usar uma " fita métrica com mola", uma vez que estas medidas simples e barata de fita fornecem uma tensão constante, consistente com o conjunto de medidas antropométricas.
Relação Cintura-quadril
Para a razão cintura-quadril, a cintura é medida na parte mais estreita da cintura, entre a última costela e a crista ilíaca e a circunferência do quadril é tomada na área mais larga dos quadris e na maior protuberância das nádegas. Em seguida, basta dividir a medida da cintura pela medida do quadril.
A OMS define os índices de > 9,0 em homens e > 8,5 em mulheres como uma relação decisiva para a síndrome metabólica.Estudos confirmam e citam vários outros estudos que mostram que a relação cintura-quadril é a medida clínica superior para prever todas as causas e a mortalidade por doença cardiovascular.Welborn e Dhaliwal acrescentam que a circunferência do quadril indica um risco menor de acúmulo de gordura corporal e, portanto, incluí-la na equação da cintura-quadril aumenta a precisão da técnica de medida.
Técnica antropométrica útil para identificar risco em crianças com excesso de peso
Embora haja tabela específica para faixas etárias para a juventude, com a circunferência da cintura, alguns autores recomendam o uso de relação cintura-altura com 5,0 sendo normal e > 5,0 sendo aumento de risco metabólico e cardiovascular.Relação cintura-altura é calculada dividindo-se a medida da cintura de uma pessoa por sua altura.Novamente, lembrar que cintura é medida no ponto mais estreito entre a costela inferior e a parte superior do osso ilíaco.
A medição precisa de gordura visceral requer o uso de ressonância magnética ou tomografia, que são técnicas científicas que visualmente retratam as composições dos tecidos internos. Circunferência da cintura é uma técnica substituta para essas avaliações científicas.
A circunferência da cintura > 35 polegadas (88 cm) em mulheres e> 40 polegadas (102 cm) em homens está associada com maior risco cardiometabólico (Ness-Abramof e Apovian, 2008).Welborn e Dhaliwal (2007) indicam que a circunferência da cintura é superior ao IMC na predição de risco de doença cardiovascular.
Uma questão prática é como a circunferência da cintura deve ser medida?Os pontosincluem: 1) o umbigo, 2) o ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, e 3) acima da crista ilíaca.
De forma vantajosa, estudos mostraram que todos esses marcos da circunferência da cintura são igualmente eficazes na identificação de todas as causas de mortalidade, doenças cardiovasculares e risco de diabetes.
Assim, os profissionais de exercício ou educadores físicos são encorajados a usar o marco anatômico que funciona melhor com seus clientes. Certifique-se que a medida é tomada no final da expiração, quando o diafragma está na posição neutra, durante uma inspiração o diafragma desce para a cavidade abdominal, aumentando a medida da circunferência da cintura.
Educadores físicos são aconselhados a usar uma " fita métrica com mola", uma vez que estas medidas simples e barata de fita fornecem uma tensão constante, consistente com o conjunto de medidas antropométricas.
Relação Cintura-quadril
Para a razão cintura-quadril, a cintura é medida na parte mais estreita da cintura, entre a última costela e a crista ilíaca e a circunferência do quadril é tomada na área mais larga dos quadris e na maior protuberância das nádegas. Em seguida, basta dividir a medida da cintura pela medida do quadril.
A OMS define os índices de > 9,0 em homens e > 8,5 em mulheres como uma relação decisiva para a síndrome metabólica.Estudos confirmam e citam vários outros estudos que mostram que a relação cintura-quadril é a medida clínica superior para prever todas as causas e a mortalidade por doença cardiovascular.Welborn e Dhaliwal acrescentam que a circunferência do quadril indica um risco menor de acúmulo de gordura corporal e, portanto, incluí-la na equação da cintura-quadril aumenta a precisão da técnica de medida.
Técnica antropométrica útil para identificar risco em crianças com excesso de peso
Embora haja tabela específica para faixas etárias para a juventude, com a circunferência da cintura, alguns autores recomendam o uso de relação cintura-altura com 5,0 sendo normal e > 5,0 sendo aumento de risco metabólico e cardiovascular.Relação cintura-altura é calculada dividindo-se a medida da cintura de uma pessoa por sua altura.Novamente, lembrar que cintura é medida no ponto mais estreito entre a costela inferior e a parte superior do osso ilíaco.
Conclusões
antropométricas
É inspirador destacar que há uma infinidade de investigação sobre estas medidas antropométricas.O IMC é uma maneira confiável de saber se o peso corporal está colocando de forma generalizada a saúde de uma pessoa em risco.Circunferência da cintura e relação cintura-quadril são medidas de adiposidade central que parecem prever o risco cardiovascular e diabetes melhor do que o IMC.
Muita pesquisa indica que a relação cintura-quadril é um indicador de risco de saúde superior.Muitos profissionais experientes são altamente qualificados em técnicas de medida de composição corporal, tais como dobras cutâneas.
Ao completar e explicar as medidas antropométricas e composição corporal para as pessoas, profissionais de saúde incluídos os educadores físicos, personal trainers podem fornecer informações educativas complementares sobre redução de riscos a saúde cardiometabólica e melhorar a qualidade de vida.
É inspirador destacar que há uma infinidade de investigação sobre estas medidas antropométricas.O IMC é uma maneira confiável de saber se o peso corporal está colocando de forma generalizada a saúde de uma pessoa em risco.Circunferência da cintura e relação cintura-quadril são medidas de adiposidade central que parecem prever o risco cardiovascular e diabetes melhor do que o IMC.
Muita pesquisa indica que a relação cintura-quadril é um indicador de risco de saúde superior.Muitos profissionais experientes são altamente qualificados em técnicas de medida de composição corporal, tais como dobras cutâneas.
Ao completar e explicar as medidas antropométricas e composição corporal para as pessoas, profissionais de saúde incluídos os educadores físicos, personal trainers podem fornecer informações educativas complementares sobre redução de riscos a saúde cardiometabólica e melhorar a qualidade de vida.
Equipe FALHA TOTAL
PESQUISA - COXA GRANDE PODE INDICAR RISCO MENOR DE DOENÇAS CARDIÁCAS, DIZ ESTUDO
Pesquisa diz que coxas estreitas podem
indicar falta de massa muscular para processar insulina.
Homens e mulheres cujas coxas têm circunferência superior a 60 centímetros têm menor risco de desenvolver doenças cardíacas, aponta um estudo do Hospital da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, com 3.000 pessoas.
O benefício ocorre mesmo quando fatores como gordura corporal, cigarros e colesterol do sangue são levados em consideração, afirmam os cientistas, cuja pesquisa foi publicada na revista especializada "British Medical Journal".
Para os pesquisadores, aqueles com coxas estreitas podem não ter massa muscular suficiente para processar a insulina de maneira apropriada, aumentando o risco de diabetes e, por consequência, de doenças cardíacas.
Os especialistas, no entanto, ressaltaram que a pesquisa precisa ser corroborada por outros estudos.
Eles dizem que ainda é cedo para mudar as orientações sobre dietas e exercícios para evitar doenças cardíacas, mas que a circunferência da coxa pode ser usada como um sinal de risco.
O estudo acompanhou 3.000 homens e mulheres na Dinamarca por mais de dez anos. Os voluntários tiveram a altura, o peso e a circunferência das coxas, cintura e quadris medidos. A porcentagem de gordura corporal também foi calculada.
A circunferência da coxa foi medida logo abaixo dos glúteos. Os pesquisadores ainda avaliaram os níveis de atividade física dos participantes, se eles eram fumantes, sua pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
O estudo então monitorou a incidência de doenças cardíacas nos pacientes por mais de dez anos e a taxa de mortes por um período de 12 anos e meio.
Medida
Durante este período, 257 homens e 155 mulheres morreram, 263 homens e 143 mulheres desenvolveram doenças cardiovasculares e 103 homens e 34 mulheres sofreram de doenças cardíacas.
Segundo os pesquisadores, aqueles com as coxas menores - de circunferência inferior a 50 cm - tinham o dobro de risco de morte prematura ou de desenvolver sérios problemas de saúde.
"O aumento do risco se deu independentemente da obesidade geral e abdominal e de fatores de risco cardiovasculares ou ligados ao estilo de vida, como pressão sanguínea", disse Berit Heitmann, que chefiou a pesquisa.
"Além disso, concluímos que o risco estava mais relacionado à circunferência das coxas do que à da cintura", completou.
"É uma medida muito simples, muito grosseira, mas parece ter um efeito individual. E pode ser uma forma de médicos avaliarem riscos."
"O bom é que se você tiver coxas finas você pode fazer algo, como se exercitar."
Estudos anteriores já indicaram que uma cintura com circunferência superior a 88,9 cm para as mulheres e a 101,6 cm para os homens indica alto risco de desenvolver diabetes e doenças cardíacas.
A equipe do Hospital da Universidade de Copenhague afirma que o risco demonstrado por coxas "estreitas" pode ser associado à baixa massa muscular.
Os cientistas afirmam que esta baixa massa muscular pode fazer com que o corpo não responda bem à insulina, aumentando o risco de diabetes tipo 2 e, a longo prazo, de desenvolvimento de doenças cardíacas.
Baixos índices de gordura também podem provocar mudanças adversas no modo como o corpo processa os alimentos.
Boa notícia
Mas, para a enfermeira sênior especializada em doenças cardíacas Judy OSullivan, da British Heart Foundation, "ainda não há provas suficientes para confirmar que a baixa circunferência da coxa afete o risco de alguém desenvolver doenças cardiovasculares".
"Mas a baixa massa muscular está associada ao baixo nível de atividades físicas, considerado um fator de risco já estabelecido para o desenvolvimento de doenças cardíacas", disse ela.
Tam Fry, do Fórum Nacional de Obesidade da Grã-Bretanha, concorda que são necessários mais estudos. "Este é um trabalho muito interessante e que vai ligeiramente contra nossa intuição, mas tem que ser respeitado por causa do número de pacientes avaliados e da duração da pesquisa."
Homens e mulheres cujas coxas têm circunferência superior a 60 centímetros têm menor risco de desenvolver doenças cardíacas, aponta um estudo do Hospital da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, com 3.000 pessoas.
O benefício ocorre mesmo quando fatores como gordura corporal, cigarros e colesterol do sangue são levados em consideração, afirmam os cientistas, cuja pesquisa foi publicada na revista especializada "British Medical Journal".
Para os pesquisadores, aqueles com coxas estreitas podem não ter massa muscular suficiente para processar a insulina de maneira apropriada, aumentando o risco de diabetes e, por consequência, de doenças cardíacas.
Os especialistas, no entanto, ressaltaram que a pesquisa precisa ser corroborada por outros estudos.
Eles dizem que ainda é cedo para mudar as orientações sobre dietas e exercícios para evitar doenças cardíacas, mas que a circunferência da coxa pode ser usada como um sinal de risco.
O estudo acompanhou 3.000 homens e mulheres na Dinamarca por mais de dez anos. Os voluntários tiveram a altura, o peso e a circunferência das coxas, cintura e quadris medidos. A porcentagem de gordura corporal também foi calculada.
A circunferência da coxa foi medida logo abaixo dos glúteos. Os pesquisadores ainda avaliaram os níveis de atividade física dos participantes, se eles eram fumantes, sua pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
O estudo então monitorou a incidência de doenças cardíacas nos pacientes por mais de dez anos e a taxa de mortes por um período de 12 anos e meio.
Medida
Durante este período, 257 homens e 155 mulheres morreram, 263 homens e 143 mulheres desenvolveram doenças cardiovasculares e 103 homens e 34 mulheres sofreram de doenças cardíacas.
Segundo os pesquisadores, aqueles com as coxas menores - de circunferência inferior a 50 cm - tinham o dobro de risco de morte prematura ou de desenvolver sérios problemas de saúde.
"O aumento do risco se deu independentemente da obesidade geral e abdominal e de fatores de risco cardiovasculares ou ligados ao estilo de vida, como pressão sanguínea", disse Berit Heitmann, que chefiou a pesquisa.
"Além disso, concluímos que o risco estava mais relacionado à circunferência das coxas do que à da cintura", completou.
"É uma medida muito simples, muito grosseira, mas parece ter um efeito individual. E pode ser uma forma de médicos avaliarem riscos."
"O bom é que se você tiver coxas finas você pode fazer algo, como se exercitar."
Estudos anteriores já indicaram que uma cintura com circunferência superior a 88,9 cm para as mulheres e a 101,6 cm para os homens indica alto risco de desenvolver diabetes e doenças cardíacas.
A equipe do Hospital da Universidade de Copenhague afirma que o risco demonstrado por coxas "estreitas" pode ser associado à baixa massa muscular.
Os cientistas afirmam que esta baixa massa muscular pode fazer com que o corpo não responda bem à insulina, aumentando o risco de diabetes tipo 2 e, a longo prazo, de desenvolvimento de doenças cardíacas.
Baixos índices de gordura também podem provocar mudanças adversas no modo como o corpo processa os alimentos.
Boa notícia
Mas, para a enfermeira sênior especializada em doenças cardíacas Judy OSullivan, da British Heart Foundation, "ainda não há provas suficientes para confirmar que a baixa circunferência da coxa afete o risco de alguém desenvolver doenças cardiovasculares".
"Mas a baixa massa muscular está associada ao baixo nível de atividades físicas, considerado um fator de risco já estabelecido para o desenvolvimento de doenças cardíacas", disse ela.
Tam Fry, do Fórum Nacional de Obesidade da Grã-Bretanha, concorda que são necessários mais estudos. "Este é um trabalho muito interessante e que vai ligeiramente contra nossa intuição, mas tem que ser respeitado por causa do número de pacientes avaliados e da duração da pesquisa."
Equipe FALHA TOTAL
Assinar:
Postagens (Atom)






.jpg)